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mishakal
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« em: Dom, 29/08/2004 - 14:38 » |
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GNOSE O grande desafio que se apresenta aqui é aprender a distinguir "conhecimento acadêmico" de "conhecimento revelado". Conhecimento acadêmico, científico, empírico, não é gnose. É simples conhecimento! Simples ciência! Simples erudição! Simples cultura intelectual! Gnose é "ciência divina","é conhecimento revelado", "é experiência interior e direta" das grandes verdades e realidades da vida que se processam simultaneamente nesta e em outras dimensões do universo. Acima de tudo, gnose é experimentar Deus, que é origem, causa, fonte e repositório de tudo que existiu e que ainda há de existir. Gnose é o que se poderia dizer, se o termo não tivesse sofrido tantos desgastes, de "experiência mística". O que poucos sabem é que a "experiência mística" pode ser (é) também uma experiência científica, com a seguinte diferença: a experiência científica é feita em laboratório; a experiência mística é feita no laboratório humano, como ensinam os alquimistas, que eram os homens de ciência de ontem. Feita esta introdução, vamos à realidade da vida. Até os eruditos e os considerados cultos desconhecem (ou conhecem de forma equivocada) a Gnose. Quê dizer, então, das pessoas simples e culturalmente despreparadas? Inicia-se aqui o mesmo drama de tantos outros incompreendidos do seu tempo, como Karl Gustav Jung, nascido em 26 de julho de 1875, no lugarejo de Kresswil, Cantão de Thurgau, Basiléia, Suíça. Jung foi - ainda é - vítima de um raro fenômeno, que ilustra bem o que estamos tentando dizer. Para muitos, Jung é considerado um homem religioso, um místico, um bruxo, um esoterista (isso era a última coisa que passava pela sua cabeça). Mas, em vida, sempre se negou a seguir e a professar a doutrina de seu pai (pastor luterano) ou qualquer outra religião. Suas inquietudes espirituais só foram preenchidas e resolvidas quando teve acesso à Divina Gnose e à Alquimia- justamente duas formas do conhecimento antigo, muito ligado ao gnosticismo clássico. É que Jung, como os gnósticos, negava-se a fazer parte de um sistema religioso morto. Por isso, dedicou sua vida à busca, à compreensão e à explicação de Deus como algo vivo, concreto e experimentável, fazendo dessa busca a base de todo o seu trabalho. Como conseqüência dessa atitude, que sustentou ao longo de toda sua larga existência, de um lado conseguiu o desprezo dos religiosos, crentes e teólogos por jamais aceitar, como vaca de presépio, as arengas de uma fé destituída de vida e conteúdo, e de outro, o descaso e o escárnio dos supostos homens de saber (os que se dizem homens de ciência), por não ver inconveniente algum em mesclar Deus com os objetos da pesquisa científica ortodoxa (que não admite, de forma alguma, aspectos, realidades e fenômenos metafísicos, espirituais ou transfisiológicos em suas pesquisas, estudos e investigações). É aqui, então, que jaz o grande desafio de levar ao público não-iniciado os mistérios da Divina Gnose, a mesma que deu a Jung (e a tantos outros, do passado e do presente) as respostas que buscava para suas inquietudes espirituais e, também, para levar à cura as almas doentes que o procuravam em sua clínica. No nosso caso, tentando começar pelo começo, antes é preciso saber que Gnose é uma palavra muito antiga. Ainda que conheçamos o seu significado como procedente do grego, é da antiga Índia que veio o Jnana ou Gnana, sendo parte essencial do Gupta Vidya (que quer dizer, literalmente, conhecimento secreto). Depois, em remotos tempos, ao chegar à Grécia, converteu-se em Gnôzis. Mais tarde ainda, se latinizou, transformando-se em noscere, de onde o co-noscere veio a gerar o nosso conhecer. Aqui já aparece a primeira e grande diferença entre um "gnóstico" e um "crente". O gnóstico sabe por experiência direta; não precisa seguir ninguém. O crente é um seguidor; tudo que julga saber é extraído do trabalho de terceiros. Um gnóstico não tem opiniões; vivencia por si mesmo as verdades e realidades do mundo, da vida e do universo. Um crente só tem opiniões porque jamais experimentou coisa alguma por si mesmo. Limita-se a acreditar e a seguir teorias e dogmas - sejam eles científicos, filosóficos ou religiosos. O gnóstico não é um inimigo social ou das religiões, como disseram os antigos detratores dos seus sistemas. Ele apenas quer ir (e vai) além da esfera das opiniões e das especulações meramente intelectuais. O gnóstico trabalha com capacidades desconhecidas de cognição, que estão dentro de si, para experimentar diretamente as grandes verdades do mundo real. Por isso mesmo, ainda que, por exemplo, o Jnana ou Gnana dos hindus, literalmente signifique "conhecimento", esotericamente adquire o caráter de "saber divino ou conhecimento supremo adquirido através do Yoga". Em Filosofia, Gnose assume o conceito de "ciência superior aos conhecimentos vulgares, o saber por excelência". Em Magia ou na Ciência dos Arcanos - mais conhecida como Alta Magia - gnose é a ciência suprema que contém todos os conhecimentos sagrados, cujos segredos são conhecidos apenas pelos magos. Todas as controvérsias que surgiram nos primeiros tempos do cristianismo são devidas, justamente, ao fato de a Gnose designar um conhecimento mais profundo das verdades dogmáticas que eram apresentadas aos fiéis da época. O próprio Teódoto, conceituava que "a filosofia gnóstica é como uma espécie de visão imediata da verdade", ou seja - e isso é muito importante: gnose é algo distinto da simples erudição adquirida através de leituras e estudos teóricos. Especialmente nos dias atuais, quando a ciência e a educação preconizam um conhecimento puramente intelectual, empírico e mecânico, isso se torna importante. Em poucas palavras: sem menosprezar as conquistas da ciência e os dogmas das religiões confessionais (que têm seus papéis a cumprir) a gnose oferece meios, sistemas, técnicas, disciplinas e ensinamentos que podem levar o indivíduo ao conhecimento direto ou revelado. Sem nenhum ranço de fanatismo, e apenas para salientar um aspecto da gnose em seu mais exaltado grau, o fato é que as lideranças políticas e religiosas de todos os tempos sempre detestaram a gnose e os gnósticos justamente por causa da implicação social das possibilidades que esse conhecimento oferece: um gnóstico não depende de ninguém e de nada porque se desapegou de tudo e de todos; vive de e para Deus (seu verdadeiro Ser, seu Pai Celestial), unicamente. Para melhor compreender essas asseverações, vejamos algo da história e das tradições religiosas antigas: Jesus respeitava as leis, a sociedade, a família, o governo, tudo. Mas, não era dependente do sistema da época. Reuniu tal poder em si mesmo que, literalmente, podia tudo. Moisés, pelo poder divino que reuniu em si, conseguiu libertar o povo judeu do cativeiro no Egito, contra a vontade do Faraó. Buddha, quando conheceu a realidade da vida, largou tudo e buscou a iluminação (ou libertação do jugo e dos poderes da matéria). Enoch, pela sua fé e devoção, foi levado ao céu em corpo e alma. Isaías foi serrado ao meio porque se negou a comer alimento servido aos ídolos ou falsos deuses. Sócrates tomou cicuta e morreu feliz defendendo suas idéias. Jâmblico, o grande mago, podia materializar Anjos e Deuses, e com eles conversar frente a frente. Samael Aun Weor, no século XX, devotou toda sua vida à causa gnóstica. Agora, no amanhecer do III Milênio, vemos o surgimento de Igassan Bindu, que por 30 anos, dedicou-se às coisas de seu Pai Celeste. E muitos ainda se perguntam aonde estão esses homens de poder, esses iluminados, esses Mestres de Sabedoria. Esses homens e mulheres sempre estiveram e sempre estarão em nosso meio, alguns têm missão pública, outros, missão privada. Samael Aun Weor, como Avatar de Aquário, cumpriu missão pública. Igassan Bindu, desconhecido até o último dia do século passado, tem missão privada, não será visto pelas multidões, mas seu nome será conhecido e exaltado por milhões. Fonte:http://tonycosta.tripod.com.br/tonycosta/id9.html
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mishakal
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« Responder #1 em: Dom, 29/08/2004 - 14:39 » |
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O QUE É GNOSE [/b] Gnose, literalmente, quer dizer "conhecimento". Mas, se até os eruditos e as pessoas cultas desconhecem (ou conhecem de forma equivocada) o que é Gnose, logo, o grande desafio que se apresenta aqui é aprender a distinguir o simples conhecimento acadêmico, a simples erudição e a simples cultura intelectual de "conhecimento revelado" ou "conhecimento divino". Inicia-se aqui, então, o mesmo drama de tantos outros incompreendidos do seu tempo, como Karl Gustav Jung, nascido em 26 de julho de 1875, no lugarejo de Kresswil, Cantão de Thurgau, Basiléia, Suíça. Jung foi – e ainda é - vítima de um raro fenômeno que ilustra bem o que estamos tentando dizer. Para muitos, Jung é considerado um homem religioso, um místico, um bruxo, um esoterista (mas, isso era a última coisa que passava pela sua cabeça). Mas, em vida sempre se negou a seguir e a professar a doutrina de seu pai (pastor luterano) ou qualquer outra religião. Suas inquietudes espirituais só foram preenchidas e resolvidas quando teve acesso à “Divina Gnosis” e à “Alquimia” - justamente duas formas do conhecimento antigo muito ligadas ao gnosticismo clássico. É que Jung, como os gnósticos, negava-se a fazer parte de um sistema religioso morto. Por isso, dedicou sua vida à busca, à compreensão e à explicação de Deus como algo vivo, concreto e experimentável, fazendo dessa busca a base de todo o seu trabalho. Como conseqüência dessa atitude, que sustentou ao longo de toda sua larga existência, de um lado conseguiu o desprezo dos religiosos, crentes e teólogos por jamais aceitar, como vaca de presépio, as arengas de uma fé destituída de vida e conteúdo, e de outro, recebeu o descaso e o escárnio dos supostos homens de ciência (os que se dizem homens de saber). É que Jung não via nenhum inconveniente em mesclar Deus com os objetos da pesquisa científica ortodoxa – algo que horroriza hoje as mentes acadêmicas. É aqui, então, que jaz o grande desafio de levar ao público não-iniciado os mistérios da “Divina Gnosis”, a mesma que deu a Jung (e a tantos outros ao longo da história) as respostas que buscava para suas inquietudes espirituais. Aqui, já aparece a primeira e grande diferença entre um "gnóstico" e um "crente". O gnóstico sabe por experiência direta; não precisa seguir ninguém, nem a religião, nem a ciência. Já o crente é um seguidor, e, tudo que julga saber é extraído do trabalho de terceiros; é alguém sem idéias próprias; alguém que não aprendeu a pensar por si mesmo. Um gnóstico não tem opiniões; ele vivencia por si mesmo as verdades e realidades do mundo, da vida e do universo. Um crente só tem opiniões porque jamais experimentou coisa alguma por si mesmo. Somente se limita a ler, a acreditar e a seguir teorias e dogmas - sejam eles científicos, filosóficos ou religiosos. Ao contrário do que dizem os inimigos da Gnose, o gnóstico não é um fanático nem um inimigo social ou das religiões. Um gnóstico, simplesmente, quer saber por si só, diretamente, sem intermediários, e ir além da esfera das opiniões pessoais e das especulações meramente intelectuais. O gnóstico trabalha com capacidades desconhecidas de cognição que estão dentro de si para experimentar diretamente as grandes verdades do mundo real. Todas as controvérsias que surgiram nos primeiros tempos do cristianismo – e que ainda são alimentadas no mundo moderno - são devidas, justamente, ao fato de a Gnose designar um conhecimento mais profundo das verdades dogmáticas que eram apresentadas aos fiéis da época. Teódoto, por exemplo, conceituava que "a filosofia gnóstica é como uma espécie de visão imediata da verdade", ou seja - e isso é muito importante: gnose é algo distinto da simples erudição adquirida através de leituras e estudos teóricos. Especialmente nos dias atuais, quando a ciência e a educação preconizam um conhecimento puramente intelectual, empírico e mecânico, isso se torna importante. Sem nenhum ranço de fanatismo, e apenas para salientar um aspecto da gnose em seu mais exaltado grau, o fato é que as lideranças políticas e religiosas de todos os tempos sempre temeram e detestaram a gnose e os gnósticos justamente por causa da implicação social das possibilidades que esse conhecimento oferece: um gnóstico não depende de ninguém e de nada porque se desapegou de tudo e de todos; vive de Deus e para Deus. Para melhor compreender a profundidade das implicações dessa realidade, basta examinarmos algo da história e das tradições religiosas antigas. Por exemplo, Jesus respeitava as leis, a sociedade, a família, o governo, tudo. Mas, não era dependente do sistema religioso da época. Reuniu tal poder em si mesmo que, literalmente, podia tudo. Moisés, pelo poder divino que reuniu em si, conseguiu libertar o povo judeu do cativeiro no Egito, contra a vontade do Faraó. Buddha, quando conheceu a realidade da vida, largou tudo e buscou a iluminação (ou libertação do jugo e dos poderes da matéria). Enoch, pela sua fé e devoção, foi levado ao céu em corpo e alma. Isaías foi serrado ao meio porque se negou a comer alimento servido aos ídolos ou falsos deuses. Sócrates tomou cicuta e morreu feliz defendendo suas idéias até o último instante. Jâmblico, o grande mago, podia materializar Anjos e Deuses, e com eles conversava frente a frente. Samael Aun Weor, no século XX, devotou toda sua vida a aplainar os caminhos e a preparar o terreno para a vinda do Cristo em Aquário (algo que deve suceder após a Grande Catástrofe). Fonte:http://www.fundasaw.org.br/conteudo.asp?id=17&texto=1701&tipomenu=h
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mishakal
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« Responder #2 em: Dom, 29/08/2004 - 14:41 » |
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A GNOSE ONTEM E HOJE No Ocidente, algumas das formas mais conhecidas de Gnose são o hermetismo, a gnose cristã, a alquimia, os ensinamentos dos templários e a franco-maçonaria. O hermetismo ou os Mistérios de Hermes, foram estabelecidos em antiqüíssimos tempos por Hermes Trismegistos no Egito dos grandes magos e sacerdotes. Afortunadamente, esta ciência conseguiu manter-se pura e intacta até nossos dias nas lâminas do Tarot Egípcio. Já a Gnose dos primeiros cristãos, somente nos últimos 20 anos do século passado ressurgiu nos principais centros culturais do mundo, tanto em forma integral quanto em forma de livros compilados a partir das chamadas obras apócrifas do cristianismo antigo - que de apócrifos nada têm, considerando-se que a lista canônica foi elaborada para servir aos interesses dos primeiros padres da igreja romana. Na realidade, apócrifos e canônicos são obras escritas na mesma época e da mesma forma. Existe sim uma diferença de fundamental importância: os denominados apócrifos não sofreram mutilações nem adaptações ao longo dos séculos e são, portanto, mais puros, originais e completos que os canônicos. Existem muitas discussões e polêmicas em torno das obras apócrifas. Isso é compreensível, levando-se em conta que as fantasias teológicas, criadas nos últimos 2000 anos, estão muito vivas na cabeça das pessoas, mormente dos fiéis católicos e das seitas cristãs. Mas, felizmente, é crescente o número de pessoas esclarecidas que atestam a veracidade e a fidedignidade dos chamados escritos apócrifos, trazendo a público toda a sabedoria gnóstica da antigüidade. De todo modo, a FUNDASAW possui hoje, praticamente, a essência de todo esse conhecimento. Primeiro porque, ao longo dos anos, fomos reunindo tudo que pudemos acerca de gnose e do gnosticismo. Depois, porque graças ao trabalho magistral de Samael Aun Weor, autêntico Mestre do gnosticismo contemporâneo, pudemos compreender a fundo os segredos contidos atrás da letra morta dos textos antigos. Boa parte desse ensinamento está disponível aqui, em nosso Portal. Outra parte está contida em nossos cursos, dados em diversos níveis e estágios, seja pela internet, seja em nossa sede, no Brasil. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA GNOSE As principais características do gnosticismo primitivo são: 1. O conhecimento ou Gnose é obtido por revelação ou inspiração divina. 2. O objeto do conhecimento gnóstico é Deus e a relação do homem e do mundo para com Deus. 3. Este conhecimento ou gnose, por si só, opera a redenção de todo o mal, tornando o homem um ser imortal (pela disciplina iniciática). Já as principais características do gnosticismo atual podem ser resumidas da seguinte forma: A gnose é o conhecimento do que fomos (vidas passadas), do que somos (ontologia), de onde viemos (cosmologia), de onde estamos (conhecimento científico) e para onde iremos (escatologia). Isso implica em mergulhar profundamente dentro de nós mesmos para buscar o auto-conhecimento e o resgate da consciência de nossas vidas passadas, do que temos dentro de nós, em recônditas profundezas, em forma de qualidades, virtudes, dons e material psicológico para ser usado, trabalhado e transformado. Em outras palavras isso equivale a explorar o infinito universo do Ser e realizá-lo dentro de nós, aqui e agora, neste plano existencial. Fonte:http://www.fundasaw.org.br/conteudo.asp?id=17&texto=1702&tipomenu=h&titulo=
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mishakal
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« Responder #3 em: Dom, 29/08/2004 - 14:42 » |
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OS GNÓSTICOS NA HISTÓRIA [/b] Historicamente, os gnósticos viveram, em sua larga maioria, durante os três ou quatro primeiros séculos da Era Cristã. Bastante provável que eles mesmos não se considerassem gnósticos porquanto eram sabedores do significado oculto dessa palavra. Mas, certamente, eram formados por cristãos, judeus e até adeptos de antigos cultos egípcios, babilônicos, gregos e romanos. Ao contrário do que diziam seus detratores, os gnósticos não formavam uma religião específica nem eram sectários, fanáticos ou arrogantes. Simplesmente, compartilhavam de uma atitude comum para com a vida e o mundo e, essa atitude, sabemos, era fundamentada no conhecimento do coração (Gnozis kardias) como diz O Evangelho da Verdade, também conhecido como O Evangelho de Felipe. Quando consideramos hoje o gnosticismo como a raiz mesma da psicologia profunda, como descobriu e atestou Jung, torna-se fácil entender porque havia tanta divergência entre os gnósticos e os crentes católicos antigos. É que a sabedoria do coração (Gnozis kardias) não pode ser conseguida com preces, promessas e uma obediência cega às instituições humanas, mas sim, por meio de vivências e disciplinas muito próprias e específicas. Incluía-se aqui a visão gnóstica do próprio sacrifício de Jesus que, para os crentes, veio para lavar a humanidade de seus pecados, mas que, para os gnósticos, apontava um exemplo de vida a ser imitado em seu Reino Interno, onde, cada Adepto deve se lavar nas águas da renúncia dos apegos, dos afetos, da vida, do mundo e de tudo que ele oferece (alquimia psicológica). Já se passaram uns dezessete (17) séculos desde que os gnósticos fizeram história. Nesse ínterim, os gnósticos não só foram esquecidos como, principalmente, foram perseguidos, caluniados e mortos. Examinando-se atentamente a história vemos que os gnósticos foram dizimados, numa das mais implacáveis e longas perseguições religiosas que se tem notícia. Obras teológicas antigas, hoje acessíveis, comentam que "os gnósticos foram perniciosos hereges do cristianismo primitivo". "A última grande perseguição - só para exemplificar - terminou com o extermínio de aproximadamente duzentos gnósticos (cátaros ou albigenses) em 1244, no castelo de Montségur, na França. É inegável o fato de que judeus, cristãos, católicos, protestantes e os ortodoxos orientais (e, no caso da Gnose Maniqueísta, até os zoroastristas, os muçulmanos e outros odiaram e perseguiram os gnósticos com persistente determinação. Voltamos à pergunta: Por que os gnósticos eram temidos? Certamente não era apenas pela sua desconsideração pela lei moral que escandalizava os rabinos. Ou, porque suas dúvidas relativas à encarnação física de Jesus e sua reinterpretação da ressurreição enfurecia os sacerdotes. Nem porque eles rejeitavam o casamento e a procriação, como afirmam alguns de seus detratores. A verdade é que os gnósticos realmente possuíam um conhecimento que os tornava uma ameaça a todos aqueles que buscavam perpetuar uma instituição com vistas a usufruir vantagens e poderes pessoais e políticos. Os gnósticos sempre souberam que o mundo, tal como se apresenta aos nossos olhos, simplesmente atende às necessidades da economia natural ou da Lei do Trogo-auto-ego-crático Cósmico Comum (devorar e ser devorado; alimentar-se e servir de alimento). Vivendo-se dessa forma, na eterna esperança de Messias e Ungidos que venham melhorar nossa sorte, jamais tornaria possível a experiência e a vivência das grandes realidades transcendentais. Logo, dinheiro, poder, governo, constituição de família, pagamento de impostos, a infinita série de armadilhas das circunstâncias e obrigações da vida cotidiana, tudo isso jamais foi tão rejeitado de forma tão acentuada quanto o foi pelos gnósticos. Os gnósticos sempre souberam que nenhuma revolução política ou econômica poderia ou deveria eliminar todos os elementos iníquos do sistema em que a alma humana encontra-se aprisionada. Portanto, sua rejeição não se referia a um governo, a um sistema religioso ou político. Pelo contrário, dizia respeito à total e predominante sistematização da responsabilidade pessoal para com o todo. Logo, os gnósticos eram detentores de um segredo tão fatal e terrível que os governantes deste mundo (os poderes secular e religioso, que sempre lucraram com os sistemas estabelecidos da sociedade) não podiam permitir-se ver esse segredo conhecido e, muito menos, vê-lo publicamente proclamado em seus domínios. Ontem, como hoje, os gnósticos sabem que não é possível atingir a auto-realização íntima ou a completa auto-realização de seu próprio Ser enquanto viverem atrelados cegamente às estruturas e instituições sociais, porque estas representam, na melhor das hipóteses, apenas obscuras projeções de outra realidade mais fundamental. Não é possível vivenciar as realidades íntimas do Ser enquanto formos o que a sociedade espera que sejamos nem fazendo o que ela diz para fazermos. Ao contrário, esses ditames constituem, com maior freqüência, as próprias algemas que nos alienam de nosso real destino espiritual. Foi essa visão do mundo que levou aqueles grupos gnósticos dos primeiros séculos a serem perseguidos, caluniados e qualificados de hereges. Fonte:http://www.fundasaw.org.br/conteudo.asp?id=17&texto=1703&tipomenu=h&titulo=
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mishakal
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« Responder #4 em: Dom, 29/08/2004 - 14:43 » |
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A GNOSE NO SÉCULO XX Samael Aun Weor é o Grande Mestre Gnóstico do Século XX, tendo escrito, quando em vida, mais de 70 livros (ver A Obra Escrita de Samael) , hoje circulando em praticamente todas as regiões do mundo. Além de livros, existem centenas de conferências e palestras, gravadas e transcritas. Esta Nova Gnose ou o Movimento Gnóstico pode-se dizer que teve início em 1950, aqui, em terras sul-americanas, mais especificamente, na Colômbia. A curta história do Movimento Gnóstico pode ser resumida em algumas fases. O começo se dá com a publicação do livro El Matrimonio Perfecto , na Colômbia, no começo de 1950. De 1950 a 1960 são publicados diversos outros livros, como La Revolución de Bel, Tratado de Medicina Oculta, Curso Zodiacal e outros (todos eles disponíveis em suas edições originais). Essa fase inicial foi muito difícil e penosa. O lançamento dos primeiros livros de Aun Weor , como era conhecido na época, provocou uma grande comoção nos meios espiritualistas do seu país. Como acontece com todo aquele que ousa desvelar os Mistérios, Aun Weor acabou indo para a prisão, acusado, dentre outras coisas, de charlatanismo porque curava pessoas valendo-se da medicina das ervas e seus livros foram considerados escandalosos e pornográficos. A verdade é que seus primeiros livros ensinavam abertamente o segredo do Grande Arcano, algo que chocou os espiritualistas de carteirinha do seu tempo. Porém, o escândalo maior veio da igreja católica, cujos líderes se mobilizaram para tentar "cortar o mal pela raiz", como nos antigos tempos da dizimação dos "hereges". Assim, pressionadas pela igreja católica e pela sociedade médica, as autoridades colombianas moveram perseguições contra Aun Weor e sua família, obrigando-o a abandonar seu país e a refugiar-se no México. Foi por isso que, por tempos, Aun Weor teve que viver na clandestinidade, mendigar para comer e sustentar a família, viver fugindo, sozinho, etc. Se não fora pela ajuda definitiva de alguns bons samaritanos, como dom Julio Medina e Rafael Ruiz Ochoa, quiçás não estaríamos aqui escrevendo estas linhas. - E o que aconteceu com a Colômbia por haver recebido tão mal a um profeta divino? Até hoje paga o karma de haver perseguido a um Mestre da Loja Branca. Por isso, as guerrilhas e as mazelas sociais que tão duramente castigam aquele sofrido país nos dias atuais. Nas décadas de 50 e 60, os livros e o pensamento do Avatar de Aquário foram levados a diversos países da América Latina, incluindo o Brasil. Aqui no Brasil, as coisas ficaram limitadas a poucas cidades da região de São Paulo. Na Colômbia, apesar de tudo, a Nova Gnose conheceu uma grande expansão. No Brasil, até 1972, o trabalho gnóstico ficou circunscrito à região de São Paulo e, durante esse período, de 1962 a 1972, exceto pela realização de discretas conferências e a edição de alguns livros em português, nada mais se fez. E esta foi a primeira fase da gnose brasileira. Alguns dos primeiros dirigentes e instrutores permaneceram ativos até os anos 80. Fonte:http://www.fundasaw.org.br/conteudo.asp?id=17&texto=1704&tipomenu=h&titulo=
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mishakal
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« Responder #5 em: Dom, 29/08/2004 - 14:45 » |
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É A GNOSE PLATÔNICA OU ARISTOTÉLICA A Gnose Clássica (ou antiga) não é aristotélica, e sim, Platônica. Muitos de seus conceitos, dentre eles o da DIVINDADE, estão baseados no conteúdo do DIÁLOGO com Fédom (ou das Almas). Para Aristóteles, a PRIMEIRA CAUSA (Primum Mobile) é Mecânica, que é coincidente com a Causa Cartesiana, mecanicista e inseparável do universo creado e da idéia da divindade. É, portanto, uma divindade inseparável da causa que origina o universo, o espaço e o tempo nos quais tanto vivem os homens quanto os Deuses. A essência aristotélica é uma abstração ou espírito extraído da união de essência e substância, e, portanto, permanece dentro dela. Da mesma maneira, é inseparável Deus de sua obra. Nesse sentido da Ontologia do Ser, Aristóteles se separa do seu Mestre Platão, para o qual existe um mundo perfeito (Uppertonouranos - Mundo das Idéias) e o mundo visível (Ouranos, Uranus) que é o reflexo daquele mundo invisível. Do mesmo modo, o Taoísmo chinês distingue o que é chamado de Primeiro Céu do Segundo Céu, com idênticas propriedades. No universo perfeito vive TAI-CHI ou TAO - que é imutável. No segundo universo ou universo creado há a divisão de YANG e YING. A ETERNIDADE é um plano anterior à creação do espaço-tempo e, portanto, da morada de TAI-CHI - a Consciência Creadora, cujo agente consciente de si mesmo é o Grande Senhor da Eternidade ( DEUS). A Primeira Creação é a dos seres de natureza menos densa e mais próxima da primeira emanação da Eternidade (Deuses Creadores). Mas, já dentro do universo espaço-temporal ao qual pertencem fazem com que o espaço e o tempo de homens e Deuses não coincidam. Jehovah e Abraxas pertencem a este primeiro espaço, bem como outros "Espíritos". Em novas e sucessivas emanações, cada vez mais densos, surgem outros Seres, como os Demiurgos e os DJINS (Gênios) que deram forma aos universos creados ou emanados da Eternidade. Abraxas, portanto, é dual. Contém o rosto oculto e o rosto manifesto de Deus, ou as Trevas e a Luz. Santo Agostinho que, antes de ser um "santo cristão" foi um gnóstico, explica esse mistério em sua obra Civitas Dei (Cidade de Deus). Portanto, uma coisa é DEUS NA ETERNIDADE e outra é DEUS NO TEMPO. Fonte:http://www.fundasaw.org.br/conteudo.asp?id=17&texto=1706&tipomenu=h&titulo=
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mishakal
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« Responder #6 em: Dom, 29/08/2004 - 14:47 » |
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O QUE ESTUDAM OS GNÓSTICOS Não é exagero: os gnósticos estudam, pesquisam, investigam e buscam o conhecimento de TUDO. Não existem limites para um gnóstico. O gnóstico se caracteriza, se sobressai, justamente, por isso: é interessado e dedicado a tudo, a todos e a todas as coisas. O gnóstico busca superar todos os limites e barreiras que se lhe apresentam. Por isso, é muito comum um gnóstico ser chamado de gênio (além de herege e fanático). Gênio, Jina, Djin é o Ser que habita dentro de cada homem. A inteligência e a capacidade de compreensão e entendimento do Gênio Interno é infinito por que o Ser é infinito, onisciente, onipresente. RELIGIÃO - MAGIA - MITOLOGIADeus Pai é a Verdade! Deus Filho é o Amor! Deus Espírito Santo é a Pureza. O Pai é o Eterno Masculino. O Espírito Santo é o Eterno Feminino. O Filho é o Cristo Cósmico, o Filho Unigênito, Geração direta do Pai e da Mãe que se unem (pelo poder sexual) para lavrarem as Águas do Primeiro Instante no Amanhecer da Vida. O sexo está presente em todas as religiões. O sexo é sagrado. A Magia Sexual é o Grande Arcano do universo. Por isso os impuros não chegam a conhecer o Amor nem podem encarnar a Verdade. Ninguém chega ao Pai, que é a Verdade, sem passar pelo Filho, que é Amor infinito. Mas, para se conhecer o Amor Verdadeiro é preciso ser puro de coração. A Mitologia Universal é muito rica em símbolos que sempre nos remetem ao Mito Maior: a Divina Trindade, onipresente em todas as religiões. Quem quiser compreender o significado mais profundo de todos os ensinamentos sagrados deve estudar com zelo e atenção a Mitologia. Os Mitos sempre foram o meio e a forma através dos quais os sacerdotes e magos de todos os tempos perpetuaram os valores mais sagrados de seus ensinamentos. Sabiam eles que as religiões podem sofrer deturpações, mas, os mitos, não. Eles são universais. O próprio Jung foi buscar nos Mitos e nos Arquétipos os elementos necessários e exatos para estruturar sua doutrina psicológica. A psicologia de Jung é muito mais religiosa que o ensinamento de muitas das atuais seitas que exploram a credulidade e a ingenuidade das pessoas do nosso tempo. No passado, ciência e religião eram uma só coisa. Só havia a Grande Ciência, a Gnose Única, a Magia. Todos os sacerdotes (e sacerdotisas) das civilizações de ouro do passado eram magos e cientistas. Quando caiu o sacerdócio caíram também os impérios. Os sacerdotes (e sacerdotisas) de hoje são simples arremedo, simples pálidas sombras dos sacerdotes e sacerdotisas do passado. Degenerou-se o sacerdócio. Com isso, arruinaram os impérios e as nações do seu tempo. No futuro, os sacerdotes e as sacerdotisas reconquistarão suas espadas e seus cetros de poder. Assim a Idade de Ouro será possível. Os sacerdotes são os representantes vivos de Deus na Terra. Não é concebível um sacerdote sem poder. Todo sacerdote ou sacerdotisa é um mago, precisa ser um mago, ter poder sobre a natureza, ritualizar a vida para que seus semelhantes tenham paz, harmonia, prosperidade, abundância, saúde e felicidade de viver. Desgraçados se tornam os governantes que perseguem e expulsam os sacerdotes do seu reino. Cedo atrairão para si e para seu povo todos os infortúnios que a ausência de religião e ritos proporciona à sociedade. O mundo é regido pelo poder espiritual e não pelo poder político. Observemos o mundo que nos rodeia: guerras, misérias, doenças, violências, imundícies, vícios, fome, desespero, morte, tristeza. É um mundo feito à nossa imagem e semelhança. A violência está dentro de nós. Também as guerras, os vícios, as doenças (físicas e morais). Isso ocorre porque nos afastamos de Deus, tornamo-nos materialistas! Nosso modelo, nosso arquétipo deve ser Deus, devem ser os anjos, devem ser os mensageiros das Esferas Superiores. É preciso renunciar ao Opositor (diabo) e suas obras. Não basta não fazer o mal. É preciso fazer o bem. FILOSOFIA - PSICOLOGIA - ALQUIMIAA sabedoria gnóstica leva o buscador às portas do misterioso templo que lhe permitirá decifrar o enigma da esfinge: Quem sou? De onde venho? Para onde irei? Por que existo? Ser ou não ser? No início, tudo se resumia a Alquimia e Kabala, oriundas, por sua vez, da Ciência Única ou Gnozis. Depois, o homem dividiu o conhecimento em ciência, filosofia, arte e religião. Mais tarde ainda, cada um desses troncos subdividiu-se em inumeráveis ramos.Deu-se assim a fragmentação da Divina Psique. Neste labirinto nos encontramos hoje. Só com o fio da Deusa Ariadne podemos resgatar nossa verdadeira individualidade. A Grande Esfinge, indecifrável e impenetrável aos simples curiosos, propõe o seguinte desafio a todo ousado buscador que se apresenta diante de seus olhos: Decifra-me ou te devoro! Decifrar o enigma da Esfinge equivale a responder as quatro perguntas clássicas da Senda da Iniciação que nos levam a ser ou a não ser. - Ser o quê? Não ser o quê? Ser ou continuar sendo um animal humano. O animal humano vive para atender exclusivamente aos interesses da natureza. Foi feito pela natureza, vive pela natureza e servirá de alimento para a natureza dentro dos inumeráveis ciclos das idades da Roda de Samsara (Arcano 10 do Tarot). Para não ser ou não continuar mais sendo simples animal racional é preciso, então, bater às portas dos Mistérios, pedir a Iniciação, passar pelas provas, assumir a disciplina hermética como norma de vida e fazer nascer o Filho do Homem de nossas mais profundas entranhas ontológicas. Diante do espelho da vida, o Grande Mestre diz àquele solitário buscador que ousadamente decidiu enfrentar a Esfinge: Olha-te! O que vês? Não passas de simples crisálida humana! É preciso re-evoluir e chegar a possuir a tua Alma. Se alcançares tal grau, depois ser-te-á ensinado como encarnar o teu Espírito. Estás disposto? Se o aspirante responde Sim! a Deusa Psique começa a ensinar-lhe as primeiras letras da sua ciência sagrada (psicologia, autoconhecimento) e o Deus Hermes o instrui nas fórmulas secretas que o levarão a preparar o sal, o enxofre e o mercúrio - os elementos básicos da Grande Obra. Se o aspirante não desistir do caminho um dia o Grande Mestre lhe entregará a Espada de Fogo e o Báculo de Poder. Então, o antigo animal humano terá se transformado num novo Deus da Natureza, e os céus celebrarão uma grande festa nesse dia. Finda a Grande Obra, Nascido o Filho do Homem, este abandona o seu celeste exílio e vem ao mundo ensinar o Evangelho do seu Pai. CIÊNCIA - ANTROPOLOGIA - CIVILIZAÇÕES ANTIGAS Algumas questões intrigantes: Veio o homem do macaco? Existiu a Atlântida? Qual a idade da Terra? Qual a origem da vida?Estamos sós? Os gnósticos sabem que o macaco e outros animais são derivados do homem, que passou a existir na Terra há cerca de 300 milhões de anos. Tão só há apenas 18 milhões o homem ainda era um ser hermafrodita, feito à imagem e semelhança de Deus. Só mais tarde houve a separação dos sexos (quando, simbolicamente, Eva foi feita a partir da costela de Adão). Os gnósticos sabem que existiu a Lemúria e a Atlântida. Sabem também que a atual humanidade ariana apareceu há cerca de 100 mil anos, onde hoje é o Deserto de Gobi (naquele tempo, Mar de Gobi). Foram (são) as sucessivas oscilações do eixo terrestre que fazem aparecer e desaparecer continentes inteiros, como vai acontecer agora, já nos próximos anos (a qualquer momento desde agora e antes de 2.043). Os gnósticos sabem que a cada 12 mil anos aproximadamente existe uma pequena glaciação. A ciência busca saber o porquê desse fenômeno; a gnose responde: é devido à zona radiativa de Alcione (o sol central das Plêiades em torno do qual gira o nosso sol). Aproximadamente a cada 12 mil anos a Terra tem que passar por essa zona, em função do movimento que o nosso sol cumpre em torno do zodíaco, formando o Ano Platônico (com duração aproximada de 25.827 anos). A glaciação se forma durante o tempo que o planeta permanece nessa zona. Os gnósticos sabem que todo o universo é habitado por seres inteligentes, semelhantes a nós, porque a vida é uma prerrogativa divina e não é exclusividade de nenhum planeta em particular. Sabe também que cada planeta está num estágio próprio de avanço e de evolução, e que brevemente (antes de 2.043) haverá contato oficial (porque contato não oficial acontece todos os dias. Os gnósticos sabem que o homem é um ser revestido de sete naturezas distintas. O autoconhecimento nos leva, obrigatoriamente, à comprovação ou vivência da realidade das múltiplas dimensões da natureza. Os antigos gnósticos sintetizavam as sete em apenas três: corpo, alma e espírito. Os gnósticos sabem que ao longo do novo milênio ciência e religião voltarão a se fundir, acabando-se com a heresia da separabilidade que tanta ignorância trouxe ao mundo. Não pode haver ciência sem Deus nem religião sem ciência. Fonte: http://www.fundasaw.org.br/conteudo.asp?id=17&texto=1707&tipomenu=h&titulo=
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mishakal
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« Responder #7 em: Dom, 29/08/2004 - 14:48 » |
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GNOSE É PLENITUDE (...) "A Gnose é a plenitude do conhecimento, na qual culminam a Fé e a Filosofia. Querer chegar à Gnose sem Filosofia, sem dialética e sem o estudo da natureza é pretender colher as uvas sem cultivar a vinha. Para chegar até ela há que ascender, mediante a Fé, penetrar os segredos das Escrituras encobertas debaixo do véu das alegorias e conhecer os ensinamentos secretos do Senhor, transmitidos pela Tradição aos Apóstolos, especialmente a Pedro, Santiago, João e Paulo, e, destes aos demais. Seu objeto é o conhecimento de Deus, que é a causa mais além de todas as causas, e do Logos que é a verdade por essência. É um conhecimento eminente, esotérico, reservado a uma minoria muito seleta, contraposto ao conhecimento exotérico que está destinado ao comum dos fiéis. É uma iluminação, uma compreensão, um estado habitual de contemplação, conhecimento intuitivo e afetivo da causa suprema de todas as coisas, que produz uma certeza absoluta. É a perfeição da caridade, própria do Novo Testamento. Para se chegar a esta contemplação é necessário uma dupla preparação. Uma purificação moral, mediante a prática das virtudes, e uma preparação intelectual semelhante à uma iluminação. Depois vem os 'pequenos mistérios' com seus ensinamentos próprios e finalmente 'os grandes mistérios', nos quais se contempla o Logos. Quando se chega a este grau, a alma gnóstica é uma imagem do Logos, e intui a Deus face a face, ainda que a contemplação perfeita só se consiga depois da morte. Gnóstico é o que vive unido a Deus pela Caridade e pelo Conhecimento, e que dominou suas paixões conseguindo um equilíbrio e uma imperturbabilidade absolutos. Assim se chega a apatia, que consiste na imunidade de toda paixão que possa perturbar a paz e tranqüilidade da alma. O gnóstico compreende o que aos demais parece incompreensível. Não há nada obscuro para ele. Tudo sabe, e por isso pode também ensinar. Muitos escutam a palavra divina, que é a refeição da alma, mas nem todos compreendem a grandeza da Gnose, e menos ainda são os que obram segundo a vontade do Senhor, que é a água da vida gnóstica. O gnóstico contempla a luz e a verdade. Quanto mais simples são seus desejos, tanto maior é sua união com Deus. O gnóstico imita a Deus e serve seus próximos com caridade. As características do gnóstico são três: conhecer o Logos; agir segundo o Logos; e ensinar os demais as coisas ocultas acerca da verdade." Fonte:http://www.fundasaw.org.br/conteudo.asp?id=17&texto=1708&tipomenu=h&titulo=
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Robin221
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« Responder #8 em: Ter, 25/08/2009 - 03:34 » |
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Fui membro do Movimento Gnóstico Cristão Universal da Nova Ordem, tinhamos por mestres V.M.Samael Aun Weor e V.M.Rabolu, uma instituição organizada, fraterna, séria, e realmente ali tive meus primeiros passos rumo ao encontro com Deus (ou meu Cristo Interior) na prática. Depois disso participei de outras instituições Gnósticas, mas nunca mais encontrei aquele clima puro, organizado e fraternal do M.G.C.U.N.O... Uma pergunta fica na minha mente...como pode uma instituição tão sólida e unida (na época em mais de 73 países, no Brasil ela tinha sede em todos os estados) expedir cartas e decretar a sua própria auto-extinção? Na época a razão dita foi que já não havia mais tempo, e que o trabalho continuaria no plano astral.
O Movimento Gnóstico Cristão Universal da Nova Ordem (M.G.C.U.N.O) fundado pelo V.M Samael era a única instituição gnóstica autorizada por ele a entregar seus conhecimentos, nunca cobrou nenhum centavo, aliás, me lembro que no inicio até ganhei um bloquinho de anotações e uma caneta de graça... gostaria que existisse até hoje porque ela era realmente uma instituição gnóstica verdadeira e que na prática pude constatar o quanto era pura, espiritual e verdadeira.
Abraços
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Eruecco
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« Responder #9 em: Qua, 10/03/2010 - 14:57 » |
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Existem muitos movimentos formados por disciplos de Samuel aun weor, que se dissociaram do movimento que ele criou pelos mais diversos motivos. Todos eles enfocam uma metodologia e um modo de funcionamento próprio. Eu proprio ando num destes movimentos e apesar de pagar uma cota, não sinto que me cobram pelo conhecimento, mas me responsabilizam por ajudar a manter uma instituição, que encontra nos seus seguidores o seu suporte e fundamento para existir.
Os textos estão lindissimos e bastante completos, mas penso que so falar do gnosticismo cristão vem deteriorar parte do conhecimento do mestre. ele falou também do gnosticismo buddista, indu, celta, em que grandes verdades existiam em segredo por grandes iniciados da época. Mas mesmo assim parabéns pela apresentação
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